

Alcançar a equidade em saúde é um desafio, especialmente em cenários médicos urgentes. As situações de cuidados agudos e as populações remotas limitam o acesso a cuidados especializados e preventivos de forma conveniente, custo-efetiva e atempada.
A equidade em saúde exige o acesso universal a cuidados de saúde essenciais, independentemente das limitações geográficas. Isto exige tecnologias de saúde digital melhoradas e conectadas, que garantam a troca segura de dados e a conformidade com as regulamentações. Ao fornecer soluções mais acessíveis, convenientes, custo-efetivas e culturalmente sensíveis, estas tecnologias podem ultrapassar barreiras geográficas ou socioeconómicas incontroláveis ao acesso à saúde.
Para que tal seja possível, é crucial garantir o acesso contínuo, transparente e seguro aos dados de saúde para todos os envolvidos, incluindo doentes, prestadores de cuidados e profissionais de saúde. A ampla adoção de tecnologias de monitorização remota de doentes impulsiona o surgimento de plataformas colaborativas e protocolos de comunicação. Estes necessitam de estar em conformidade com as normas sobre segurança e privacidade de dados e ser capazes de lidar com grandes volumes de troca de dados.